O Jejum segundo à Bíblia

POR MAYARA BRIDAROLLI

Jejuar significa privar-se de algo que você gosta muito ou precisa por um tempo determinado. 

 

Em toda a Bíblia, lemos versículos que falam sobre o Jejum, sendo ele no sentido de abstenção de alimento para saúde do corpo físico ou na busca de direção e ajuda de Deus em determinada situação.

 

No Antigo Testamento encontramos diferentes propósitos para o Jejum. Em Nm 6:3-4 o temos como Consagração, no voto do nazireado envolvia jejum de determinados tipos de alimentos. Como Arrependimento de pecados (1Sm 7:6 e Ne 9:11).

 

Em sinal de Luto (2 Sm 1:12 e 3:35), buscando Proteção e Benção de Deus (Ed 8:21-23 e Et 4:16), em situações de Doenças e Intercessão (Sl 35:13 e Dan 9:3 e 10:2-3).

 

Ainda no Antigo Testamento, dois tipos de jejuns. Pode-se fazer jejum total, sem comida e água, como relata no livro de Ester, que foi um jejum de três dias onde Ester e todos os judeus da cidade de Susã realizaram para se preparar para salvar seu povo. No livro de Daniel vemos o jejum parcial, que se abstém de certos alimentos, eles comeram somente legumes e água por três anos. Também se pode fazer jejum das “delícias”, ou seja, abrir mão de comer e beber tudo que mais agrada ao paladar da pessoa e se alimentar só do básico por tempo indeterminado, até ter a resposta do que deseja. 

 

No Novo Testamento, Jesus jejuou (Mateus 4:2) e ensinou aos Seus discípulos como jejuar (Mateus 6:17-18). 

 

Jesus mencionou que determinadas castas só sairão por meio de oração e jejum, (Mt 17.21); E mostra que em situações como estas o Jejum traz um maior revestimento de autoridade para a preparação da batalha espiritual.

 

Ao se preparar para o Ministério, Jesus fez um jejum prolongado no deserto por 40 dias e só depois de ter sido cheio do Espírito Santo começou a fazer milagres e maravilhas  (Lc 4.1,2);

 

No livro de Atos, vemos a Igreja praticando o jejum ao ministrar ao Senhor (At 13.2); ao enviar ministros (At 13:3) e ao estabelecer presbíteros (At 14:23).

 

Vemos em toda a história o jejum como instrumento de Deus para que o homem se aproxime dele. 

Mas qual o nosso entendimento em relação a essa prática?

 

“Mas você, quando jejuar, unja a cabeça e lave o rosto, a fim de não parecer aos outros que você está jejuando, e sim ao seu Pai, em secreto. E o seu Pai, que vê em secreto, lhe dará a recompensa.” Mateus 6:17-18

 

Jejuar deveria ser uma prática normal na vida cristã; isso permite que você dedique seu tempo e atenção à Deus, e, quando

combinada com oração e busca na Palavra de Deus, fortalece sua fé e ajuda a confiar mais em Deus.

 

“Portanto, irmãos, pelas misericórdias de Deus, peço que ofereçam o seu corpo como sacrifício vivo, santo e agradável a Deus.” Rm 6:13,19

 

O jejum não tornará Deus mais bondoso ou misericordioso, ele está ligado diretamente à necessidade mortificar nossa carne. O jejum deixará nosso espírito atento e sensíveis ao Espírito Santo. 

 

Uma afirmação de Kenneth Hagin, um dos primeiros pastores protestantes a escrever sobre as diretrizes que se tornaram o fundamento do movimento carismático, acerca do jejum diz: “O jejum não muda a Deus. Ele é o mesmo antes, durante e depois de seu jejum. Mas, jejuar mudará você. Vai lhe ajudar a manter-se mais suscetível ao Espírito de Deus”. 

 

Certamente, outros benefícios que decorrerão disto, mas esta é a essência do jejum.

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